REFÚGIO

comunicação, tecnologia e outros devaneios

Satisfação Total

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Uma noite qualquer durante a semana, eu estava em meio a uma aula de Técnicas de Reportagem, Entrevista e Pesquisa Jornalística – um nome um tanto quanto pomposo, para uma matéria relativamente simples. Parecia mais uma noite de rotina acadêmica de estudos. Pessoal cansado do dia que passou, torcendo para chegar o fim da aula. Eu, como sempre, rodeado por meninas.

Se bem que “meninas” seria quase pejorativo: não eram tão novas, que não tenham perdido a inocência; nem tão maduras, por gostar de alguns mimos um tanto quanto infantis. Pela posição privilegiada, encontrava-me em meio ao “meu harém”. Mas, carinhosamente, eu as chamo de meninas.

Tudo bem, isso também já era normal. Muitos não acreditam que estar, literalmente, rodeado de mulheres pode ser muito difícil. Mas nesse caso até que foi divertido. Muita calma nessa hora de descrever. Pois como na situação, as preliminares aqui também são importantes para se entender a história.

As quatro meninas discutiam seus assuntos do cotidiano – o decote de uma, o penteado de outro, o jeito do professor… – enquanto eu prestava atenção: tanto na conversa quanto na aula. Quando me posicionei melhor na cadeira, percebi um volume concentrado na minha calça. Fiquei um tanto quanto espantado. Coloquei minha mão e senti algo. Olhei para os lados para ver se alguém havia visto a cena.

Antes de continuar a história, tenho que explicar o relacionamento que eu tenho com elas. Apesar de algumas terem namorados, cultivamos uma amizade aberta e liberal. Vários assuntos são discutidos (na verdade eu fico só ouvindo por ser minoria, mas isso é outra história…) e, como no colegial, algumas provocações também acontecem (no caso, elas comigo).

Quando vi que ninguém havia percebido a minha situação, naquele mesmo instante, veio o impulso de retribuir as provocações. Com um sorriso maroto, chamei a atenção de uma das quatro. Ela logo voltou a atenção, com um daqueles olhares angelicais, típico das mulheres que esperam algo pecaminoso. Propus um joguinho, pois como aprendi com elas, as mulheres gostam das preliminares antes da ação.

O entusiasmo da menina pela recompensa era aparente. Segurei firme o volume que havia na minha calça, pus para fora. No mesmo instante, ela foi bruscamente para as minhas mãos, querendo logo o que eu tinha para oferecer. Nisso as outras meninas perceberam nosso entrosamento.

Duas começaram a me convencer de liberar de uma vez e que não se importavam em dividir. A última, sem meias palavras, colocou a mão dentro da minha calça e começou a apalpar. “Ei! Para de alisar a minha perna aqui no meio de todo mundo!”, eu disse encabulado. Foi em vão. “Mas eu estou só pegando nas bolinhas!”, ela retrucou com uma carinha inocente.

Senti uma inquietação nelas. Estavam sedentas. Eu permaneci firme, apesar de todos os truques femininos para elas tomarem o controle da situação. Típico das mulheres para fazer do homem um simples objeto. Palavras carinhosas, aquela entonação puxada, aquele “ai” que antecedia as frases… Não, eu não me entreguei tão fácil! O que elas queriam de mim teriam de conquistar. E o nosso “joguinho” continuou.

Até o momento do clímax. Não tem uma hora definida ou mesmo um tempo exato que antecede. Aconteceu! Quando a primeira menina, do olhar angelical, conseguiu enfim me fazer ceder, pude satisfazer as quatro ao mesmo tempo. “Aaaaah…!”, elas suspiraram num coro uniforme. No mesmo instante, a turma, que estava distraída em uma atividade, voltou a atenção para nosso canto. Até mesmo o professor olhou com uma cara de espanto.

Fiquei encabulado. Elas só agora se deliciavam. Uma mais afoita até babou na camisa. Sorviam quietinhas, sem mais papos de decotes ou penteados. Quando terminaram, uns 15 minutos depois, não resisti e perguntei: “Foi bom pra vocês?”. “Óoootimo!!!”, me responderam com uma expressão satisfeita, enquanto iam jogar as embalagens dos pirulitos 7Bello no lixo.

A partir desse dia descobri que, para poder satisfazer mais de uma menina/mulher ao mesmo tempo, todo homem deve ter mais de um pirulito nas calças.

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Written by Joel Minusculi

maio 16, 2007 às 8:46 pm

Publicado em Crônica, Literatura

4 Respostas

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  1. Eu estava por ae fuxicando a net
    Quando eu achei seu blog
    Vim pra pegar essa foto da
    moça com o pirulito rsrs

    Pego fotos pra fazer montagens

    Confesso que fiquei mto curiosa

    E li tdo , adorei !

    Parabéns pelo blog

    Luana

    dezembro 19, 2007 at 2:30 am

  2. Espero que vc tbm tenha um pirulito pra mim…
    Adorei a HIstória…

    Isa

    julho 15, 2008 at 10:48 pm

  3. iiiiih adoreeei a hiistoriia , muiito legaaaall … Mas sera q sobro um piruliito pra miiiim ???? … ushaushaus

    Ingrid

    setembro 23, 2008 at 8:55 am

  4. Nossa mto bom!!
    Será q ainda tem pirulito nessa calça?? Tb quero hehe

    Danii

    novembro 11, 2010 at 1:49 pm


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